| 25 anos, 25 factos - Campo da Portela |
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| Escrito por Antonio Jorge Brandão Pinho | |
| 29-Mar-2006 | |
Campo da Portela.Pese embora assuma como principais actividades o Teatro e a Música, o certo é que a componente desportiva, nomeadamente pelo futebol, muito tem contribuído para preencher as prateleiras da história do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas. posted by António Jorge @ 2:15 AM
A rapaziada de Rossas, mas muito principalmente do GCRR, sempre teve fortes propensões para a prática do futebol. Contudo, nem sempre as condições oferecidas pela freguesia se mostraram à altura de passos mais ambiciosos. Durante muitos anos, um simples campo de futebol mostrou-se o maior dos desejos. Enquanto isso, meia dúzia de metros quadrados anexos à Escola Primária da freguesia iam colmatando essa lacuna. Mas a ambição dos “Recreativos de Rossas” havia de falar mais alto. Em Dezembro de 1987, no mandato de Manuel Teixeira Soares, é estabelecido um contrato de arrendamento de um terreno no lugar da Portela, onde se arranjou um campo de jogos, dando assim aos jovens do GCRR, mas também de toda a freguesia, a possibilidade de praticar essa e outras modalidades em condições mais apropriadas. Em Agosto de 1988 já a associação tinha gasto 168.500$00 nas obras, tirando a mão-de-obra gratuita dos associados, e a terraplanagem oferecida pela Câmara Municipal. Para vedar o recinto foram aplicados cerca de quatro dezenas de postes adquiridos aos CTT e 760 m2 de rede. Volvidos quase vinte anos, recordo ainda os Domingos em que, logo pela manha bem cedo, a caminho da missa, me cruzava com o Alcémio, o Alexandre, o Feliciano, o Toni, o Daniel, entre outros, todos devidamente equipados e a caminho do Campo da Portela, para mais uma manha de futebol. Nesse campo, arranjado pelos próprios associados e aficionados da bola, se organizaram vários Torneios de Futebol e apareceram muitos dos bons jogadores que, até há pouco tempo, integraram a equipa de Futebol do GCRR. Também aí tiveram lugar vários Torneios de Malha, que viriam a conferir aos “Recreativos de Rossas” a fama de melhor organizadora deste tipo de torneios. Contudo, e apesar de várias insistências, em 1998, a proprietária do terreno não quis renovar o contrato e, nesse mesmo ano se pôs fim à utilização do mesmo por parte do GCRR. Foi assim que durante cerca de dez anos o GCRR superou uma lacuna existente na freguesia e permitiu a muitos jovens praticar desporto em condições mais apropriadas. |


