Jornal "CRUZ DE MALTA"..  Em 21 de Setembro de 1991, o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, decide criar um Jornal Mensário. Dá à estampa pela primeira vez em 17 de Abril de 1992, sob propriedade do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas. Foi, então, seu Director o Pe. José da Rocha Ramos (presidente da Mesa de Assembleia Geral do GCRR), que no seu primeiro Editorial escreveu o seguinte: “ Parar é morrer! Rossas não parou na berma da estrada do progresso e da cultura. Não parou nem parará. A prová-lo está o nosso recém-nascido jornal que, vencidas as peias burocráticas e mil e umas dificuldades, agora abre os olhos para a luz diáfana da aurora. Logo que decidimos meter mãos à obra, foi unanimemente escolhido o nome do nascituro: CRUZ DE MALTA. É que, em tempos que mergulham já as suas raízes nas brumosas noites da história, Rossas foi pertença da Comenda de Malta, cuja memória continua a ser perpetuada na nossa esbelta igreja. A cruz de Malta é como o nosso emblema. Ela distingue-nos. Fala de nós. CRUZ DE MALTA será, daqui em diante, a voz mensal do povo de Rossas, das suas preocupações, anseios e aspirações. Neste jornal mensal, propriedade do G.C.R.R., desfilarão também as nossas tradições, a nossa cultura, etc. Mas, para que o nosso sonho se transforme em realidade, contamos com a colaboração dos nossos leitores e, de um modo especial, o bom povo de Rossas. Desde já os nossos agradecimentos a todos quantos contribuirão, de uma forma abnegada e desinteressada, para que CRUZ DE MALTA seja de facto a voz do povo de Rossas. Vamos em frente… porque parar é morrer!” O seu primeiro Corpo Redactorial, era composto por: Alexandre de Pinho Noites (Cavada), Isabel Soares Brandão (Paço), José António Noites de Pinho (Felgueira), Maria do Carmo Tavares e Maria Elvira Tavares (Sinja), Mário de Pinho Brandão (Paço), Matilde Ferraz de Pinho (Sinja), Palmira Gomes Soares (Paço) e Sara Alexandra Soares (Sinja). O Fotógrafo era: Mário Teixeira Soares (Vale). Mas, o “CRUZ DE MALTA” iria ficar apenas dois anos na propriedade do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas. Corria o ano de 1994, era Presidente do G.C.R.R. Matilde Ferraz de Pinho (Sinja), quando o Grupo Cultural e Recreativo de Rossas começa ver-se na obrigação de dar outro rumo ao Jornal. À falta de melhor solução, o G.C.R.R. decide entregar a propriedade do Jornal à paróquia. Convocado para o efeito, o Conselho da Fábrica da Igreja, pronunciou-se favoravelmente à transferência. Embora, na prática, o jornal fosse pertença da paróquia desde Março de 1994, devido à transferência jurídica, só a partir do nº 26 – ANO III de 30 de Junho de 1994, dá a estampa como Mensário da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Rossas (Arouca). Em 30 de Janeiro de 2001, com a saída do Pe. José da Rocha Ramos da freguesia de Rossas dá à estampa pela derradeira vez. Para além de constituir um importante elemento da história da freguesia de Rossas, que em muito extravasou a década em que deu à estampa, o "Cruz de Malta" é ainda um importante elemento para a história do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas e de muitos dos seus associados.
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